domingo, 19 de junho de 2011

Do lado mais sombrio



  Em algum lugar,
em algum momento,
no lado mais sombrio
da lua dos poetas,
escreve:

  Mundo de trevas,
mundo de caos.
  Pessoas morrem,
e pessoas nascem para morrer.

  Que não haja esperança
para que não haja arrependimento.
  A noite durma
sem esperar pela manha

  "Deixai toda esperança
"ò vós que entrais"      (Dante)
no mundo de terra
e caos.

   O tempo está acabando
e eu também,
e enquanto escrevo
pensamentos vão e vem.

   Do lado mais sombrio,escreve:
Se neste mundo
fosse possível amar alguém,
escolheria amar você.
                                                                                           De:Caio almeida
                                                                           

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Terço



  Pai nosso que estás no céu,
santificado seja o Vosso Nome...
  Será que agora estás me ouvindo?
ou está ocupado e terei que deixar recado?

  Os problemas vem
e a angustia também,
e eu aqui ajoelhado
pedindo ajuda pra quem?

  Senhor,Senhor!
onde você está?
O céu ai é tão longe
pra que não possa me escutar?

  Suplico,clamo,rogo e oro
e os problemas não tem fim.
Daqui a pouco estou orando
pra que chegue o meu fim.

Em nome de Jesus.  Amém
                                                                          De: Caio Almeida

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Controvérsias



  No final,
te amando ou te odiando,
você vai estar comigo,
até o fim dos meus dias.
Aqui dentro.

  Aqui dentro!
onde você cortou
e fez sangrar.
  Aquele a quem matou
nunca mais irá voltar.

  O que nós construímos
foi você quem destruiu.
  Como se pode negar
o que todo mundo viu?

  Mas eu me lembro
da lágrima que caiu,
quando você foi embora
e nem se quer se despediu.

                                                          De: Caio Almeida

Versos e canções



  Mas se essa rua fosse minha
eu mandava ladrilhar
com pedras de brilhantes,
só para você passar.

  Mas o amor que tu me tinhas
era pouco e se acabou,
e o anel que tu me destes
eras vidro e se quebrou.

   Eu agora nesta rua,
no bosque da solidão
escrevendo sobre um anjo
que roubou meu coração.

                                                                 De: Caio Almeida